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This Is Me in a Nuttshell

... que é como quem diz, esta aqui sou eu. Rodeada de livros, com música nos ouvidos, com cinema ou séries no ecrã da TV ou Youtube no computador. Não é difícil me fazer feliz. Bem vindos :)

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... que é como quem diz, esta aqui sou eu. Rodeada de livros, com música nos ouvidos, com cinema ou séries no ecrã da TV ou Youtube no computador. Não é difícil me fazer feliz. Bem vindos :)

De visita a... Lisboa

Alguns seres mais extremistas, com os espíritos toldados pela febre do futebol dirão que o melhor que Lisboa tem é a placa na auto-estrada a dizer "A1 - Porto". Eu gosto de Lisboa. Gosto de lugares carregados de História. Castelos onde se deram reconquistas, praças onde se implantaram regimes políticos e largos onde se derrubaram outros. Gosto tanto que um ano depois de ter ido de passeio para a capital, volto de novo muito em breve.

Este post funciona um pouco como uma "revisão da matéria dada". Sítios que vi e não preciso de ver de novo, sítios por onde passei e quero ver melhor, lugares por onde passei e quero recordar as sensações e uma exclusão de partes para o que faltou ver.

Comecei por aprender localizações da pior maneira. Com o hostel situado na Rua Áurea, ali paredes meias com o Elevador de Santa Justa, decidi seguir as indicações do site. Asneira! Descer do Largo de Camões, Chiado abaixo com um saco de ginásio e mochila é só tortura. Da próxima não me engano, para o Rossio sai-se na estação de Metro dos Restauradores (isto para quem vem de Santa Apolónia, claro!).

E por falar em estações de Metro, eu fiquei com uma vontade daquelas de percorrer todas as estações da rede só para registar em foto. É que as do Metro do Porto são assim, como dizer, entediantes. Todas iguais, todas cinzentas, todas frias. As vossas, meus amigos alfacinhas, sempre são coloridas, têm arte!

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 O passeio teve um motivo: "Querida, comprei uma Orquestra". Gosto do trabalho do Carlos Moura como comediante por isso não podia perder a oportunidade de o ver num outro registo, o de actor. Juntaram-se a ele a Joana Pais de Brito e a Orquestra da Cidade dirigida pelo Maestro Nuno de Sá e digo-vos, a peça foi melhor que tostas!!

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 Mas enquanto a peça não começou, andei a fazer turismo. E se a minha saúde cardíaca estava em dia, a óssea nem por isso. De tanto "sobe colina, desce colina", os joelhos ressentiram-se depressa. Mas antes ainda consegui ter energia para percorrer a Rua Augusta de ponta-a-ponta, parar ao pé do Tejo para ver chegar o cacilheiro ao Cais do Sodré, seguir para os Paços do Concelho e subir, colina acima até chegar ao Largo do Carmo. 

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No Largo do Carmo, quem passava era brindado com música académica. A Tuna de Belas-Artes estava a dar show e foi ao som deles que fui para o lado do Elevador para contemplar a vista. Dali até à estação do Rossio foi um instantinho. Afinal, a descer todos os santos ajudam, não é?

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 Próxima paragem, Marquês e o Parque Eduardo VII. Sabia que ia decorrer naquele fim de semana uma prova de carrinhos de rolamentos, por isso tinha desculpa para ir lá cuscar e claro, aproveitar a vista e o cenário. Fui gravando uns vídeos da prova enquanto subia e digo-vos, aquilo é inclinadito. Acho que foi nessa altura que os ossos disseram "Ok, já chega. Nós desistimos!". Felizmente, o patamar junto à estátua de Cutileiro estava ali perto e com ela a vista. O jardim em toda a sua extensão, a cidade a esticar-se até ao rio, o verde e a paz. Consegui perceber o apelo de fazerem a Feira do Livro sempre aqui.

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O último dia foi um encher de horas até ao comboio por Alfama, com um saltinho pelo Panteão (que estava fechado). Fica para esta viagem uma exploração a fundo...

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