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This Is Me in a Nuttshell

... que é como quem diz, esta aqui sou eu. Rodeada de livros, com música nos ouvidos, com cinema ou séries no ecrã da TV ou Youtube no computador. Não é difícil me fazer feliz. Bem vindos :)

This Is Me in a Nuttshell

31
Mai17

Os Amigos do Gaspar (1986 - 1989)

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 Quem pertence a uma faixa etária que vai dos 30 até aos 40 anos de certeza que alguma vez ouviu falar desta série de desenhos animados mítica, isso se não mesmo a viu na RTP. O estilo de desenho animado com marionetas ainda não era muito explorado em Portugal e a produção do programa deixou muita gente impressionada. E quem não consegue até aos dias de hoje trautear ou assobiar a melodia do genérico da série ou cantar o refrão do "É Tão Bom", cantado pelo Sérgio Godinho?

Passada numa qualquer cidadezinha portuguesa, tal como o nome indica, a série fala sobre o jovem Gaspar e os seus amigos. O Gaspar era, por assim dizer, o líder do grupo. O mais atinado, mais "crescido", mais pensativo sobre esse drama que era crescer. Com ele andava sempre o Manjerico, o ouricinho verde de linguagem estranha mas que toda a gente do grupo percebe. Romão é alegre, sempre cheio de energia e sonha ser um músico famoso. Já o Farturas é o oposto, sempre quieto no seu cantinho, muito na dele. A Clarinha é a menina "fofinha" do grupo, sempre pronta a mediar chatices entre os amigos ao passo que Marta "ferve em pouca água". Na segunda temporada, a Clarinha saiu do elenco e entraram 2 personagens infantis novas: o Pitágoras, o sobrinho do Prof. Fidebaque, e a Nita, irmã do Gaspar.

Se na primeira temporada, as personagens adultas se resumiam ao Prof. Fidebaque, o cientista maluco da cidade, e ao Guarda Serôdio, sempre mal disposto e a impor regras estapafúrdias no Parque, na segunda surgem mais alguns adultos no elenco. Aparece a Tia Felismina, dona da mercearia da cidade; o Sr. Pires, que conseguia ser ainda mais rezingão que o Guarda Serôdio e que aparece quase sempre nas cenas com um barrete de pijama; e o Neca, o ajudante da mercearia que não primava muito pelo gosto do trabalho.

 

30
Mai17

2 Days in Paris

2-days-in-paris-poster-1.jpg

Realizador: Julie Delpy

Ano: 2007

 

Marion (Julie Delpy) e Jack (Adam Goldberg) são um casal a viver em Nova Iorque. Ela é fotógrafa, ele é designer de interiores. Ela é francesa, ele é americano.

Depois de umas férias por Veneza que só correram mal, os dois partem para Paris para ir buscar o gato dela que esta em casa dos pais e acabam por ficar na cidade durante 2 dias. A experiência é tudo menos agradável para Jack. Primeiro, percebe que a barreira da língua só lhe vai trazer maus bocados. Ele não fala francês e metade da cidade, incluindo os pais de Marion, não falam inglês. Depois, Jack começa a ver com crescente desconfiança que Marion ainda mantêm amizade com muitos dos seus ex-namorados.

Se juntarmos a todo esse cenário a hipocondria e a obsessão pelos túmulos do Cemitério de Père Lachaise de Jack e as inseguranças quanto ao amor e aos relacionamentos de Marion, está montado o cenário para uma visita atribulada à "Cidade do Amor".

 

 

29
Mai17

Experimentei produtos da Simple

Antes de começar o post, é, para mim, importante ressalvar que este não é mais um post publicitário. A Simple não me contratou nem me pagou para escrever sobre os seus produtos. Esta é só a opinião de uma utilizadora de alguns artigos da marca.

 

 

Feita a ressalva, vamos ao tema!

Desde muito pequena que os problemas de pele são uma constante na minha vida. A pele muito seca desde bebé, as lesões nas dobras de pernas e braços enquanto crescia, as constantes lesões na cara junto à boca, etc. Pouco tempo depois do diagnóstico comprovado do meu quadro asmático e alérgico, aparece o meu diagnóstico da dermatite atópica, que veio explicar todos os sintomas.

Começa aí a busca pelos produtos certos para manter a pele saudável e começa aí também o gastar de dinheiro, muito dinheiro. Porque convenhamos, os produtos que nos recomendam, sejam hidratantes, sejam cremes, para as mais velhas a maquiagem, são vendidos nas famácias e os preços são puxadotes.

Quando comecei a ser uma utilizadora mais frequente de maquiagem, experimentei várias opções do mercado de toalhitas desmaquiantes. Mas todas elas deixavam o mesmo resultado: pele muito vermelha e irritada que ficava muito seca depois e uma sensação de ardor ao usar a toalhita.

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 Com as da Simple, a experiência é outra. A pele não arde, faz bem a sua função (raramente preciso de uma segunda toalhita para retirar completamente a maquiagem) e o mais importante, não deixa a pele seca imediatamente. A nível de preços, está ao nível das linhas de produtos para peles sensíveis das grandes marcas vendidas nos supermercados.

Outro produto que sempre batalhei por encontrar algo que me deixasse a pele da cara bem fresquinha, macia mas sem ficar com excesso de oleosidade foi o hidradante de rosto. Da velha amiga da lata azul a outros deixavam a pele macia mas ao aplicar deixavam a pele a arder durante um bom bocado, fui buscar de tudo.

WIN_20170529_131549.JPG

 Existe em duas variantes: suave e rico. Eu, pessoalmente, uso o suave e estou satisfeita. Tem uma consistência fluida, espalha bem pela cara, não é preciso usar uma grande quantidade para cobrir a cara toda e deixa a pele macia e fresquinha. A nível de preço, está também ao nível das grandes marcas vendidas nos supermercados.

E porquê todos estes adjectivos positivos ao produtos? Pela forma como são produzidos. Não usam perfumes, corantes artificiais ou químicos agressivos à pele, alguns produtos da linha não levam sequer álcool na composição e a grande maioria dos produtos ainda são enriquecidos com vitaminas e minerais benéficos à pele.

 

Ah! Podem ler todas as informações sobre estes dois produtos e outros que a marca tem à venda em Portugal nesta página.

28
Mai17

O Medo

Ninguém me roubará algumas coisas,
nem acerca de elas saberei transigir;
um pequeno morto morre eternamente
em qualquer sítio de tudo isto.

É a sua morte que eu vivo eternamente
quem quer que eu seja e ele seja.
As minhas palavras voltam eternamente a essa morte
como, imóvel, ao coração de um fruto.

Serei capaz
de não ter medo de nada,
nem de algumas palavras juntas?


Manuel António Pina, in "Nenhum Sítio"

27
Mai17

El Crimen del Padre Amaro

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Realizador: Carlos Carrera


(adaptação do livro de Eça de Queirós)


Ano: 2002


 


Recentemente ordenado sacerdote, o Padre Amaro (Gael García Bernal), é nomeado para a paróquia de Aldama, que fazia parte da aldeia de Los Reyes, no México. A sua tarefa era ajudar o Padre Benito (Sancho Gracia) com as tarefas do dia-a-dia da paróquia.


Em pouco tempo, Amaro percebe que aquela não era uma comunidade normal. Primeiro percebe que o Padre Benito tem um romance às escondidas com a Sanjuanera (Angélica Aragón), dona da cantina junto à igreja e responsável pelo governo da casa paroquial. Depois percebe que existem ligações demasiado próximas entre o narcotráfico e a Igreja, ao ponto de usar as obras de um novo Hospital para lavar dinheiro.


Mas o momento mais conturbado de Amaro chega com a crescente afectividade que Amelia (Ana Claudia Talancón), a filha da Sanjuanera, começa a ter por ele. Jovem muito devota, líder das aulas de catequese da paróquia, Amelia começa a procurar todos os pretextos para se aproximar do Padre e com isso declarar-se. Amaro, apesar do voto de castidade que fez e que segundo ele fez por obrigação, cede à tentação e aos encantos de Amelia e os dois acabam por se envolver.


 


 

26
Mai17

You'll Never Walk Alone - Celtic Woman


" When you walk through a storm


Hold your head up high


And don't be afraid of the dark"


 


O Mundo está cada vez mais negro. O Mundo parece ter-se dividido em quem não quer ter medo e quem quer provocar medo.


Em Manchester começou-se a ouvir espontaneamente "Don't Look Back in Anger" dos Oasis. Numa forma de toda a gente se unir para avançar e não fica a culpar eternamente quem é fanático.


Mas para mim, "You'll Never Walk Alone" tem uma mensagem muito mais forte. É a mensagem verdadeira da união. Isto vai passar, nós estamos todos juntos e vamos ultrapassar isto. Um dia a tempestade passa e o sol vai brilhar de novo.


 


As Celtic Woman são um grupo musical irlandês actualmente composto por três cantoras (Máiréad Carlin, Susan McFadden e Éabha McMahon) e uma violinista (Máiréad Nesbitt). Criado em 2004, este projecto musical junta no seu reportório temas da música tradicional irlandesa e de música mais contemporânea.

Pág. 1/5

O que estou a ler?


goodreads.com

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