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This Is Me in a Nuttshell

This Is Me in a Nuttshell

BTT - Formato

Algumas pessoas, tipo a minha mãe, só leem livros de capa mole. Outras pessoas preferem livros de capa dura. Outros leem livros de capa dura porque é o formato que sai primeiro mas caso contrário preferem a capa mole. E tu? Preferes livros de capa dura ou mole? Porquê? Lês livros noutros formatos?

 

Apesar de os livros de capa dura terem uma estética mais apelativa para estar na estante, prefiro os de capa mole. Os livros de capa dura são um pesadelo para transportar. A grande maioria tem uma "jacket", que é aquela capa de papel com o design de capa, título do livro, autor, editora, etc. Eu tenho livros sem "jacket" porque me irritei, tirei do livro, pousei não sei onde e nunca mais a encontrei.

Dentro dos livros de capa mole, a preferência vai para aquilo que se chama em inglês "massmarket paperback", vulgo livro de bolso. A editora Leya fez um post no blog da Colecção BIS sobre mim e sobre o meu anterior blog porque eu já tinha lido e comentado para cima de 10 livros da colecção até aquele momento e lembro-me que ainda tinha outros quantos na lista de espera. E convenhamos, livro de bolso só tem vantagens. Títulos interessantes e actuais a metade do preço de um de capa mole normal. Não há que errar! BIS, 11x17, Booklet, Biblioteca de Autores Independentes, etc. Até os ensaios da Fundação Francisco Manuel dos Santos!

 

Uma ideia original do blog Booking Through Thursday

BTT - Um jogo de números

Algumas pessoas leem um livro de cada vez. Outras estão a ler vários ao mesmo tempo, tipo um livro para a hora de dormir, um livro para as refeições, um livro para a casa de banho e por aí fora.

Isso leva-me às minhas perguntas: Estás a ler mais do que um livro? Se sim, quantos? É algo normal em ti? Onde tens esses livros?

 

Sempre tive por hábito só ler um livro de cada vez. Gosto de focar a minha atenção num enredo só. Pode parecer contracenso. O mesmo cérebro que acompanha 10 séries de TV ao mesmo tempo e não baralha enredos não consegue ler 2 livros ao mesmo tempo. A minha justificação vai o meio de transmissão. Na TV está lá tudo escarrapachado. Os cenários, as personagens, os guarda-roupas, etc. Com um livro, toda essa contrução é mental e quanto mais complexo for o livro, mais esforço mental isso implica.

Esse único livro normalmente vai para onde eu vou. Estou em casa, ele está na cabeceira. Vou trabalhar, ele vai na mala. Vou para uma sala de espera, ele vai na mala. Vou de viagem, ele vai na mochila.

 

Uma ideia original do blog Booking Thorugh Thursday

BTT - Uma introdução a géneros

Conheci um homem que lia sobre a Segunda Guerra Mundial. Ele lia tudo o que conseguia encontrar sobre o tema. Tinha uma estante inteira só com livros sobre a Segunda Guerra Mundial. Isso fascinou-me. Como era possivel ele continuar a achar o tema tão interessante? A minha mãe, por outro lado, adora ler best-sellers. Conheço gente que lê ficção científica em detrimento de tudo o resto. Para outros é filosofia, auto-ajuda ou até história.

Por isso, as minhas perguntas são: Que tipo de livros gostas de ler e porquê? Dá exemplos!

 

 

Quem me conhece, literariamento falando, sabe que a minha perdição vai para os Romances Históricos. Gosto de História, mais da de Portugal do que da Mundial (as minhas notas que o digam...). Por isso, os livros que me dão uma visão daquilo que teria sido a vida de uma personagem histórica que aprecio ou um momento histórico sob o qual tenho curiosidade agradam-me.

Por exemplo, gosto de livros relacionados com a época medieval por ser um momento que não deve ser ignorado sob pena de se ver aqueles vícios perpetuados no tempo. Gosto de livros relacionados com momentos-chave da História Portuguesa como a Inquisição ou o Estado Novo. Gosto de livros que falem da Rainha Santa Isabel e de Inês de Castro, por muito que já se tenha escrito e ficcionado sobre elas. Gosto de livros que falem de periodos antigos de cidades como o Porto, como escreve Júlio Dinis, ou Barcelona, como escreve Carlos Ruiz Zafón.

 

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BTT - Marcas

Tens por hábito escrever nos livros? Sublinhas? Tiras notas? Ou preferes manter os teus livros o mais imaculados possível?

 

Como escrevi na Tag sobre os hábitos de leitura, os únicos momentos em que escrevo nos livros são quando não entendo um significado ou um contexto num livro que está numa outra língua.

As notas são tiradas para um ficheiro à parte e os excertos para mais tarde citar são marcados com post-its coloridos.

 

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BTT - Língua

Na última vez que foi à livraria encontrei uma versão em Latim d’ “O Hobbit”. Lês em alguma língua estrangeira? Gostas de ler noutros idiomas?

 

Ler num idioma que não é o teu mas que estás a aprender é uma excelente forma de consolidar os conhecimentos. Não só ficamos com mais vocabulário, como vemos esse mesmo vocabulário aplicado a um contexto. Já para não falar que, mesmo num texto literário, é possível perceber a fluência gramatical de uma língua.

Para já leio nas línguas em que me sinto mais confortável, ou seja, Inglês e Francês. Tenho também intenção em começar a ler umas coisitas em Castelhano. Agora até me sentir confortável a ler em Alemão ou Italiano, isso já vão ser outros quinhentos...

 

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BTT - Férias

Quando vais de férias levas só um livro contigo ou levas vários?

No caso de levares vários, isso não é muita coisa para levar de um lado para o outro? Ou usas antes um leitor de e-books como o Kindle ou um iPad para levar a pilha? (Porque, mesmo que prefiras o papel, pode ser pesado quando viajas!)

 

Habitualmente uso os dois formatos. Funcionam como um "Plano B" um do outro.

Para as viagens de transportes mais longas ou naqueles momentos em que a bateria do híbrido "morre", tenho comigo um livro físico.

Para os outros momentos, seja a relaxar no hotel ou sítios onde é seguro estar com o híbrido, utilizo os e-books.

 

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BTT - Próximos da Primavera

Este fim de semana muda a hora aqui nos EUA, ou seja, uma hora a menos para ler. Há mais alguém que inveje essa hora tanto como eu? Gostarias que os Poderes do Além simplesmente escolhessem um fuso horário permanente em vez de sujeitar o público inocente a esta ditadura do relógio duas vezes por ano? (Pois, a pergunta não tem muito que ver com leitura… A não ser que precises de luz eléctrica para ler e aí sim, a hora a que escurece É importante!)

 

Isto da mudança de horário é irrelevante. É tudo psicológico, como dizia o outro. Mais horas para ler, menos horas para ler... Ok, os primeiros dias são mais chatos no que toca a adaptação mas, pessoalmente, até gosto mais do horário de Verão do que o de Inverno. A questão aqui é simples, eu sou uma coruja. Com ou sem insónias, consigo ficar acordada a noite toda e só adormecer quando raia o dia. Por isso, se o dia raia mais cedo, eu adormeço mais cedo. É um mau hábito, eu sei, mas a noite dá-me aquilo que eu mais prezo. Silêncio, tranquilidade, paz, privacidade. Estou no meu canto à minha vontade. Seja com os livros, com a música, com as séries, com as cores, com os filmes...

 

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BTT - À Vista

Os teus livros estão orgulhosamente à vista do mundo inteiro? (Ou pelo menos do mundo que visita a tua sala de estar.) Ou estão bem fechadinhos no teu quarto ou escritório onde ninguém os possa ver?

 

Ora bem, cá em casa os livros estão bem à vista. Os meus estão nas estantes do quarto e numa outra noutra divisão. Já aqueles todos bonitos, de encadernações de couro e detalhes de folha dourada, estão na sala de estar. São maioritariamente enciclopédias e colecções relacionadas com história. Os 4 volumes da "História de Portugal" do falecido Prof. José Hermano Saraiva foram usados por várias vezes como fonte de consulta para trabalhos escolares...

 

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