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This Is Me in a Nuttshell

... que é como quem diz, esta aqui sou eu. Rodeada de livros, com música nos ouvidos, com cinema ou séries no ecrã da TV ou Youtube no computador. Não é difícil me fazer feliz. Bem vindos :)

This Is Me in a Nuttshell

03
Jul17

One Tree Hill (2003 - 2012)

One_Tree_Hill_original_opening_credits.jpg

 Há séries de TV que nos ficam na memória por boas razões. Umas pela qualidade do enredo, outras pela qualidade do elenco e há One Tree Hill que me agarrou por uma mistura das duas.

Transmitida entre 2003 e 2012, a série contou com 9 temporadas e teve como grande foco a música. Desde os títulos dos episódios serem todos títulos de músicas, passando por muitas das personagens estarem ligadas à música, One Tree Hill fez-me passar a apreciar novas bandas e novos cantores. Kate Voegelle, Laura Izibor, José Gonzalez e Angels & Airwaves são alguns dos exemplos.

O enredo gira em torno da família Scott. O pai, Dan Scott (Paul Johansson) é um conhecido empresário da cidade que mais tarde vence as eleições municipais. O seu filho é Nathan Scott (James Lafferty), o prodígio da equipa de basket da escola, detentor de todos os grandes records. No entanto, há mais um Scott a dar cartas no basket em Tree Hill. Lucas Scott (Chad Michael Murray) é filho de Dan com Karen Roe (Moira Kelly) mas este nunca o reconheceu como filho legítimo.

Ao longo das temporadas, One Tree Hill debate-se com as questões da adolescência dos dois irmãos, incluindo as encruzilhadas emocionais provocadas pelos romances com Hayley James (Bethany Joy Galleotti), no caso de Nathan; e com Brooke Davies (Sophia Bush) e Peyton Sawyer (Hilarie Burton), no caso de Lucas. Com a passagem das personagens do universo escolar para um universo mais adulto, os temas abordados na série acompanham também essa tendência. Fala-se já sobre emprego, filhos, casamento, relacionamentos frustrados, adopção, consumo de droga e álcool, abandono e até mesmo anorexia.

Só tive pena que uma parte do final da série tivesse uma vibe muito Dawson's Creek... Mas as frases finais fazem-me perdoar essa questão:

"It's the oldest story in the world. One day you're 17 and planning for someday. And then quietly and without you ever really noticing, someday is today. And then someday is yesterday. And this is your life. We spend so much time wanting, persuing, wishing. But ambition is good. Chasing things with integity is good. Dreaming.

If you had a friend you knew you'd never see again, what would you say? If you could do one last thing for someone you love, what would it be? Say it, do it, don't wait. Nothing lasts forever.

Make a wish and place it in your heart. Anything you want. Everything you want. Do you have it? Good. Now believe it can come true. You never know where the next miracle's gonna come from. The next memory. The next smile. the next wish come true. But if you believe that it's right around the corner. And you open your heart and mind to the possibility of it. To the certainty of it. You might just get the thing you're wishing for.

The world is full of magic. You just have to believe in it. So make your wish. Do you have it? Good. Now believe in it. With all your heart."

31
Mai17

Os Amigos do Gaspar (1986 - 1989)

osamigosdegasparlogo02.PNG

 

 Quem pertence a uma faixa etária que vai dos 30 até aos 40 anos de certeza que alguma vez ouviu falar desta série de desenhos animados mítica, isso se não mesmo a viu na RTP. O estilo de desenho animado com marionetas ainda não era muito explorado em Portugal e a produção do programa deixou muita gente impressionada. E quem não consegue até aos dias de hoje trautear ou assobiar a melodia do genérico da série ou cantar o refrão do "É Tão Bom", cantado pelo Sérgio Godinho?

Passada numa qualquer cidadezinha portuguesa, tal como o nome indica, a série fala sobre o jovem Gaspar e os seus amigos. O Gaspar era, por assim dizer, o líder do grupo. O mais atinado, mais "crescido", mais pensativo sobre esse drama que era crescer. Com ele andava sempre o Manjerico, o ouricinho verde de linguagem estranha mas que toda a gente do grupo percebe. Romão é alegre, sempre cheio de energia e sonha ser um músico famoso. Já o Farturas é o oposto, sempre quieto no seu cantinho, muito na dele. A Clarinha é a menina "fofinha" do grupo, sempre pronta a mediar chatices entre os amigos ao passo que Marta "ferve em pouca água". Na segunda temporada, a Clarinha saiu do elenco e entraram 2 personagens infantis novas: o Pitágoras, o sobrinho do Prof. Fidebaque, e a Nita, irmã do Gaspar.

Se na primeira temporada, as personagens adultas se resumiam ao Prof. Fidebaque, o cientista maluco da cidade, e ao Guarda Serôdio, sempre mal disposto e a impor regras estapafúrdias no Parque, na segunda surgem mais alguns adultos no elenco. Aparece a Tia Felismina, dona da mercearia da cidade; o Sr. Pires, que conseguia ser ainda mais rezingão que o Guarda Serôdio e que aparece quase sempre nas cenas com um barrete de pijama; e o Neca, o ajudante da mercearia que não primava muito pelo gosto do trabalho.

 

16
Mai17

Minha Vida Não Faz Sentido (2017)

Meus amigos, em pouco tempo eu tornei-me uma "coruja maluca". Devem estar a pensar "Hein?! O que é que esta quer dizer com isso?" Para quem está fora do universo Youtube, as "corujas" são os seguidores do canal do Felipe Neto.


O Felipe Neto é um criador de conteúdo Youtube do Brasil completamente doido, irreverente (a prova disso é aquele cabelo que já vai em quase 5 cores diferentes no último ano), em alguns momentos corrosivo e com uma língua de trapo que mete dó. Acreditem, pior que velha da Ribeira do Porto!


Uma das rubricas que fez mais sucesso no canal foi a "Não Faz Sentido", logo nos primórdios. A rubrica virou livro e o livro virou peça de teatro.


felipe-neto-minha-vida-nao-faz-sentido_80162210.jp


Olhando para trás, o Felipe procura perceber porque é que aquele personagem rezingão, que reclamava de tudo e aparecia em frente de uma câmara com um discurso raivoso fazia tanto sucesso. A resposta estava precisamente na raiva. O ser humano tem uma tendência inerente para se identificar com a raiva, com o ódio.


Ao percorrer o seu próprio percurso de vida, ele reflete também sobre algo que todos nós nos vamos identificar. A tendência também inerente do nosso cérebro ser o nosso pior inimigo. Essa função melga de ter um grilo falante na mente que diz "Esquece, isso vai dar asneira!", "Não vais conseguir", "Isso vai correr mal". O nosso cérebro tem sempre medo do desconhecido e por isso bloqueia as iniciativas para que sigamos os nossos sonhos. O conselho para enfrentar os medos e seguir os sonhos é simples e apenas um: dar uso ao belo do botão bem vermelhinho do "foda-se" (e desculpem lá o meu francês).


Mesmo com mais palavrões que os 3 filmes do Balas e Bolinhos juntos, vale a pena ver. É o género de peça que se encaixa na filosofia das sátiras clássicas do teatro, a rir é que se criticam os costumes. A rir é que as pessoas poem o dedo na ferida e abrem os olhos de outros para o sistema educativo que cria autómatos, para sociedades que vêm com preconceito quem está fora da norma (o texto sobre homofobia é brilhante), para a nova forma de relação em família.


 


16
Mai17

Minha Vida Não Faz Sentido (2017)

Meus amigos, em pouco tempo eu tornei-me uma "coruja maluca". Devem estar a pensar "Hein?! O que é que esta quer dizer com isso?" Para quem está fora do universo Youtube, as "corujas" são os seguidores do canal do Felipe Neto.

O Felipe Neto é um criador de conteúdo Youtube do Brasil completamente doido, irreverente (a prova disso é aquele cabelo que já vai em quase 5 cores diferentes no último ano), em alguns momentos corrosivo e com uma língua de trapo que mete dó. Acreditem, pior que velha da Ribeira do Porto!

Uma das rubricas que fez mais sucesso no canal foi a "Não Faz Sentido", logo nos primórdios. A rubrica virou livro e o livro virou peça de teatro.

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Olhando para trás, o Felipe procura perceber porque é que aquele personagem rezingão, que reclamava de tudo e aparecia em frente de uma câmara com um discurso raivoso fazia tanto sucesso. A resposta estava precisamente na raiva. O ser humano tem uma tendência inerente para se identificar com a raiva, com o ódio.

Ao percorrer o seu próprio percurso de vida, ele reflete também sobre algo que todos nós nos vamos identificar. A tendência também inerente do nosso cérebro ser o nosso pior inimigo. Essa função melga de ter um grilo falante na mente que diz "Esquece, isso vai dar asneira!", "Não vais conseguir", "Isso vai correr mal". O nosso cérebro tem sempre medo do desconhecido e por isso bloqueia as iniciativas para que sigamos os nossos sonhos. O conselho para enfrentar os medos e seguir os sonhos é simples e apenas um: dar uso ao belo do botão bem vermelhinho do "foda-se" (e desculpem lá o meu francês).

Mesmo com mais palavrões que os 3 filmes do Balas e Bolinhos juntos, vale a pena ver. É o género de peça que se encaixa na filosofia das sátiras clássicas do teatro, a rir é que se criticam os costumes. A rir é que as pessoas poem o dedo na ferida e abrem os olhos de outros para o sistema educativo que cria autómatos, para sociedades que vêm com preconceito quem está fora da norma (o texto sobre homofobia é brilhante), para a nova forma de relação em família.

 

05
Mai17

Alias Temporada 1

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 Quem tem o vícios das séries sabe que certos produtores são sinónimo de programas de sucesso. J. J. Abrams é um desses nomes.


Alias estreou nos Estados Unidos em 2001 e a primeira temporada da série teve 22 episódios, tendo durando até 2002.


Sidney Bristow (Jennifer Garner) é uma estudante de Literatura insuspeita que um dia é abordada por alguém que se diz ser de uma divisão secreta da CIA, o SD-6. É treinada para missões de espionagem e, claro, tem que manter segredo quanto ao seu trabalho. Para Will Tippin (Bradley Cooper), o amigo jornalista, Francie (Merrin Dungley), a sua melhor amiga, e para Danny Hecht (Edward Atterton), o seu verdadeiro e super exigente emprego é num banco, o Credit Dauphine.


Com o pedido de casamento de Danny, Sidney não consegue manter a mentira e conta tudo a Danny. Quando o SD-6 descobre, Arvin Sloane (Ron Rifkin), o seu superior, dá ordens para que ele seja eliminado. Sedenta por vingança, Sidney recorre à verdadeira CIA para montar um plano para desmantelar o SD-6. Torna-se então uma agente dupla, trabalhando sob supervisão do Agente Michael Vaughn (Michael Vartan). O que Sidney não estava à espera é que dentro do SD-6 houvesse um outro agente duplo e alguém directamente ligado a ela: o pai, Jack Brostow (Victor Garber).

11
Abr17

iZombie Temporada 2

Como vem sendo meu hábito, antes de começar o post, deixo umas breves notas sobre a premiere da temporada 3. Partindo directamente do cliffhanger desta temporada 2, nota-se completamente que a partir de agora vai ser um espírito de "nós contra eles", Team Z vs. os humanos.

Mas passando ao tema que me trás hoje, a 2ª temporada da série iZombie. Foi transmitida entre 2015 e 2016 e teve 19 episódios.

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No final da temporada 1, Major Lilywhite pôs fim à operação de fornecimento de cérebros à comunidade zombie que funcionava na Meat Cute, a loja comandada por Blaine (David Anders). Os ferimentos que sofreu foram tais que Liv tomou a decisão de infecta-lo para o salvar.

Já Ravi conseguiu encontrar uma suposta cura para o "zombiísmo" mas o efeito secundário era que os "ex-zombies" seriam capazes de detectar outros zombies.

Para regressar à operação de fornecimento de cérebros, Blaine abre uma casa mortuária que lhe serve também como fachada a uma outra operação, o tráfico de Utopium, uma droga. Mas pelo caminho pisa nos calos do chefe do tráfico na cidade, Stacey Boss (Eddie Jemison).

Já na empresa Max Rager, o director Vaugh du Clark (Steven Weber) percebe que a nova bebida, a Super Max, está a criar novos zombies. Ao descobrir as novas habilidades de Major, Vaugh recruta-o para se "livrar" dos zombies, Liv incluída.

O que estou a ler?


goodreads.com

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